Companhias aéreas inovam nos serviços com check-in com selfie e wi-fi


Aeroporto Internacional Presidente Tancredo Neves. Crédito: Carlos Alberto/Imprensa MG Data: 06-11-2012 Local: Confins

Após atravessarem 19 meses de queda na demanda, com um início de recuperação a partir de março, as companhias áreas brasileiras montam estratégias para se diferenciar umas das outras e competir por um mercado que perdeu cerca de 7 milhões de passageiros em 2016.

Quem voa no país começa a notar diferenças na experiência de voo, desde que a demanda menor acirrou a disputa, levando as empresas a uma corrida para ajustar custos e lançar inovações.

Quando a crise atingiu o setor em 2015, a primeira resposta da indústria foi um enxugamento de oferta com corte na malha e na frota -uma medida que restringiu as escolhas do passageiro.

À medida que o mercado tem voltado -com timidez- nos últimos meses, as empresas vêm anunciando uma série de mudanças, que vão desde o check-in até a bagagem, passando pela refeição e pelo entretenimento a bordo.

Entre as recentes transformações, a mais comentada foi aquela autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que permitiu que as companhias aéreas cobrem preços diferentes de quem viaja com ou sem bagagens despachadas.